sexta-feira, 27 de maio de 2011

Ubuntu 11.10 (Ocelot Oneiric) Daily Build

O CD de instalação alternativa permite que você execute certas instalações especiais do Ubuntu. O programa prevê as seguintes situações:

criação de instalações automáticas;

modernização das instalações antigas sem acesso à rede;

particionamento LVM e / ou RAID;

instala em sistemas com menos do que cerca de 384MiB de RAM (embora note que os sistemas com pouca memória pode não ser capaz de executar um ambiente desktop completo razoavelmente).

No caso de você encontrar um bug usando o instalador alternativo, por favor arquive um bug no debian-installer pacote.

Há quatro imagens disponíveis, cada uma para um tipo diferente de computador:

PC (Intel x86) CD de instalação alternativo

Para quase todos os computadores. Isso inclui a maioria das máquinas com processadores Intel / AMD / processadores do tipo, etc, e quase todos os computadores que executam o Microsoft Windows, bem como novos sistemas Apple Macintosh baseados em processadores Intel. Escolha esta opção se você está certo.

Atenção: Esta imagem é de grandes dimensões (que é um bug) e não vai caber em um CD padrão 700MiB. No entanto, você ainda pode testá-lo usando um DVD, um drive USB, ou uma máquina virtual.

64-bit PC (AMD64) CD de instalação alternativo

Escolha esta opção para aproveitar os computadores baseados na arquitetura AMD64 ou EM64T (por exemplo, Athlon64, Opteron, EM64T Xeon, Core 2). Se você não tiver um processador de 64 bits da AMD, ou se você precisar de suporte total para código de 32 bits, use as imagens a arquitetura Intel x86 vez.

Atenção: Esta imagem é de grandes dimensões (que é um bug) e não vai caber em um CD padrão 700MiB. No entanto, você ainda pode testá-lo usando um DVD, um drive USB, ou uma máquina virtual.

De 64 bits do Mac (AMD64) CD de instalação alternativo

Escolha esta opção para aproveitar os computadores baseados na arquitetura AMD64 ou EM64T (por exemplo, Athlon64, Opteron, EM64T Xeon). Se você não tiver um processador de 64 bits da AMD, ou se você precisar de suporte total para código de 32 bits, use as imagens a arquitetura Intel x86 vez. Esta imagem está ajustado para funcionar corretamente em sistemas Mac.

Atenção: Esta imagem é de grandes dimensões (que é um bug) e não vai caber em um CD padrão 700MiB. No entanto, você ainda pode testá-lo usando um DVD, um drive USB, ou uma máquina virtual.

Mac (PowerPC) e IBM-PPC (POWER5) CD de instalação alternativo

Para Apple Macintosh G3, G4 e G5 computadores, incluindo iBooks e PowerBooks, bem como máquinas IBM OpenPower.

Atenção: Esta imagem é de grandes dimensões (que é um bug) e não vai caber em um CD padrão 700MiB. No entanto, você ainda pode testá-lo usando um DVD, um drive USB, ou uma máquina virtual.

Faça o download em: http://cdimage.ubuntu.com/daily/current/

Fonte:http://cdimage.ubuntu.com/

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Oficial: TweetDeck foi adquirida pelo Twitter

Estou extremamente feliz e orgulhoso de que você saiba que TweetDeck foi adquirida pelo Twitter Completamos o acordo na terça-feira e estão agora no processo de "juntar o rebanho".

Os três últimos anos têm sido uma jornada épica, com muitos altos e baixos, acompanhada pela emoção constante de nunca saber o que esperar em seguida. Nós crescemos de um membro da equipe e um único usuário, com uma equipe de quinze e uma base de usuários de milhões. A razão para este crescimento é simples - nosso foco inabalável no fornecimento de ferramentas de alta qualidade e serviços para o Twitter centrada poder do usuário. Este tem sido sempre nosso público-alvo - os usuários mais ativos, influentes e valiosos do Twitter e mídia social em geral. Qualidade sobre a quantidade.

É precisamente por esta razão que o Twitter adquiriu TweetDeck. Os principais usuários do Twitter-base é bem servido por twitter.com e clientes móveis oficial. E, tornando-se parte da plataforma oficial, TweetDeck agora preencher esse papel para as marcas, formadores de opinião, o altamente ativa e qualquer um que só precisa de "mais poder".

Mudança pode muito bem ser inevitável, mas continuamos a mesma equipe, permanecendo em Londres, com o mesmo foco e produtos, e agora com o apoio e recursos que nos permitam crescer e enfrentar desafios ainda maiores.

Eu gostaria de terminar com um grande agradecimento a todos os nossos investidores por seu apoio e orientação sobre os poucos anos passados, especialmente Betaworks, TAG, SV Angel e PROfounders. E, naturalmente, um enorme parabéns a toda equipe TweetDeck - Estou muito orgulhoso de você e isso é uma grande conquista para todos nós.

Hora de comemorar!
Fonte:http://blog.tweetdeck.com/

Ataque 0-day ao Hotmail expõe nova forma de ação de criminosos.

Para cair no golpe, bastava que usuário visse a mensagem na tela; malware embutido copiava mensagens e listas de contatos da vítima.

Contas do Hotmail foram recentemente alvo de um ataque que explorou uma vulnerabilidade do tipo 0-day (dia zero) no sistema de webmail da Microsoft.

O ataque é mais ousado do que outros porque pode ser executado sem a intervenção do usuário - bastaria abrir um e-mail malicioso.

A maioria dos ataques exige alguma ação adicional por parte do usuário. O malware vem geralmente na forma de um arquivo anexado, ou link URL embutido no e-mail.

Esses vetores de ataque têm obtido bastante sucesso, mas uma certa parcela de usuários já se condicionou a não abrir anexos nem clicar em links.

Mas uma ameaça como esta - que funciona tão logo a mensagem tenha sido vista - pode ter dimensões muito maiores.

A ameaça foi detectada por pesquisadores da Trend Micro, que se empenharam para entendê-la. De acordo com mensagem publicada no blog da empresa, quando uma mensagem especialmente codificada era vista, o script malicioso era executado de forma automática. O programa então roubava mensagens de e-mail e informações de contato da conta Hotmail.

Alvo certo
Este ataque específico parece ter sido criado especificamente como um ataque de alvo certo. O script conecta-se a uma URL que inclui duas variáveis: nome da conta do usuário e número. O nome da conta é a conta Hotmail para a qual o ataque foi projetado; o número identifica a ação maliciosa que deve ser executada.

A URL também dispara outro script malicioso - identificado pela Trend Micro como JS_Agent.SMJ. Este script faz com que o Hotmail encaminhe todas as mensagens enviadas à vítima para um endereço de e-mail designado.

A Trend Micro também descobriu um código sofisticado que engana o Hotmail, fazendo-o com que ajude os invasores. "Nós analisamos o código embutido numa mensagem real e descobrimos que, quando o mecanismo de filtragem do Hotmail age sobre o código, ajuda a injetar um caracter nos parâmetros do CSS para converter o script em duas linhas separadas, para renderização pelo motor CSS do navegador. Isto permite que os cibercriminosos alterem o script em algo que permita rodar comandos arbitrários na sessão corrente de login do Hotmail."

A Trend Micro, que participa do Programa de Proteções Ativas da Microsoft (MAPP), relatou o problema à empresa, que já lançou uma atualização que a soluciona.

Fonte: www.idgnow.uol.com.br

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Ação judicial por lista de bens das Teles

 

PROTESTE aciona União e Anatel para manterem controle sobre bens públicos cedidos às operadoras de telefonia nos contratos de privatização.

A PROTESTE Associação de Consumidores entrou com ação civil pública na Justiça Federal, em Brasília, processo 29346-30.2011.4.01.3400, contra a União Federal e a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para que seja apresentado o conteúdo dos inventários dos bens reversíveis à União sob responsabilidade das concessionárias de telefonia fixa. E que passem a integrar o contrato de concessão.

Na ação é pedida a anulação da Consulta Pública nº 52/2010 realizada pela Anatel para definir regulamento que flexibilizaria o tratamento dado aos bens das concessionárias de telefonia. Isso amenizaria o controle sobre eles e autorizaria as empresas a venderem esse patrimônio da União com valor ate 1 milhão em meio  sem prévia autorização da Anatel.

A Anatel controla bens da União cedidos às operadoras de telefonia fixa em decorrência dos contratos de privatização, em 1998, mas com cláusula de devolução (reversibilidade) ao patrimônio público quando forem encerrados. A PROTESTE pede na justiça que a lista desses bens conste obrigatoriamente como anexa ao contrato de concessão, cuja revisão já deveria ter sido assinada em dezembro do ano passado mas foi adiada para este ano. Está prevista para junho.

A Lei Geral das Telecomunicações (LGT) e o regulamento de controle de bens reversíveis da Anatel proíbem expressamente a venda e a oneração de imóveis e outros bens que estejam vinculados ao acervo dos contratos da telefonia fixa, salvo mediante a anuência prévia da agência.

Esses bens considerados indispensáveis para a prestação do serviço de telefonia fixa foram financiados com recursos públicos, seja na época do Sistema Telebrás, seja por meio das tarifas pagas pelos consumidores. Sendo assim, esse patrimônio é público e apenas está sob a tutela das empresas concessionária. E, sendo público, nada mais justo que a sociedade possa ter acesso aos dados dos inventários.

Em janeiro último a PROTESTE solicitou à Anatel o acesso à lista de bens de 1998 e a apurada em 2005, quando foi feita a primeira prorrogação contratual, mas não foi atendida. A Anatel negou o pedido. A lista dos bens reversíveis nunca foi tornada pública. O órgão regulador alega que os dados solicitados são "sensíveis" e "sigilosos", impossibilitando a divulgação pública do material.

Esses equipamentos e imóveis fazem parte do próprio instrumento da concessão, estando vinculados ao contrato. E é importante comparar o que existia na época da privatização com as listas que devem ser apresentadas pelas teles e anexadas aos contratos para propiciar o controle, na revisão da concessão.

A listagem inclui não só os equipamentos de rede que foram vendidos na privatização às concessionárias, como a relação de imóveis, móveis que os guarneciam e guarnecem e automóveis, que compunham o patrimônio da União antes da privatização e, portanto, também são reversíveis quando as concessões expirarem, em 2025.

Centenas de imóveis das antigas empresas estatais de telefonia podem estar sendo vendidos ilegalmente pelas empresas privadas. Os terrenos pertenciam ao governo antes da privatização, em 1998.

Ação do backhaul

A Associação já tem outra ação judicial em andamento desde 2008 sobre bens e sua relação com o backhaul (rede de suporte para o serviço de banda larga, pelas operadoras de telefonia fixa) implantado pelas concessionárias como meta de universalização da telefonia fixa. Está em discussão a controvérsia envolvendo prática de subsídio cruzado entre o serviço de telefonia fixa (público) e o de dados (privado), o que é proibido pela Lei Geral de Telecomunicações (LGT). Mas o pedido da PROTESTE, para que fosse feita uma perícia aguarda designação de peritos que serão indicados pela UNB, USP e Unicamp

Fonte: www.proteste.org.br

Empresas estão interessadas em produzir tablets no País

Nas próximas semanas, será publicada Portaria dos ministérios da Ciência e Tecnologia e do MDIC, definindo as regras do PPB do produto.

O ministro da Ciência e Tecnologia, Aloisio Mercadante, informou hoje que 12 empresas já manifestaram interesse em fabricar tablets no Brasil. Além da Foxconn, que já havia informado que pretende produzir o Ipad no País, o MCT já cadastrou as companhias AIOX, Compalead, Envision, Itautec, LG, Motorola, MXT, Positivo, Samnia, Sansung e Semp Toshiba.

O Diário Oficial da União publicou hoje a Medida Provisória 534 que inclui os tablets na “Lei do Bem”. O produto passou a pertencer à mesma categoria dos computadores convencionais e notebooks como “máquinas automáticas de processamento de dados, portáteis, sem teclado, que tenham uma unidade central de processamento com entrada e saída de dados por meio de uma tela sensível ao toque de área superior a 140 cm 2 (Tablet PC) ”.

A MP altera o Artigo 28 da Lei 11.196, de 21 de novembro de 2005, que dá incentivos aos fabricantes que investem em P&D, permitindo a isenção de impostos sobre os tablets fabricados no País, proporcionando a redução de seus preços.

A MP faz parte de acordo entre governo e iniciativa privada para incentivar a produção no País. “A MP define em que condição se enquadra a produção dos tablets e enquadra o produto na Lei do Bem, com benefícios fiscais para as empresas produzirem. (...) As regras serão exigentes no sentido de substituição de importações nos insumos, complementos e programas”, destaca Mercadante. Um dado importante é a exigência de que sejam utilizados, a partir de 20%, de insumos brasileiros na fabricação. Os fabricantes terão que se enquadrar à exigência.

Processo Produtivo Básico

Após a medida provisória, o governo irá definir as regras para a produção, por meio do enquadramento dos tablets no Processo Produtivo Básico (PPB), definindo os percentuais de componentes com produção local para que as empresas possam se beneficiar de incentivos fiscais. A ideia é que seja proposta uma redução gradativa de importação e sua substituição por componentes nacionais.

O secretário de Política de Informática, Virgílio Almeida, informou que uma portaria interministerial do MCT e do Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior (Mdic) será publicada, nos próximos dias, definindo dos detalhes para se obter a isenção. “O intuito é mostrar como deve ser feita a produção local do tablet, se tiver produzindo de acordo com ela, pode se beneficiar das isenções do IPI (Imposto Sobre Produtos Industrizalizados)”, ressalta o secretári da Sepin.

Segundo Almeida, com a MP os fabricantes já passam a ter isenção de 9,25% de PIS/Cofins imediatamente. Basta que o projeto de produção que já foi apresentado ao Ministério da Ciência e Tecnologia seja aprovado. Ele informa que o PPB permite mais insenções de impostos, mas os fabricantes poderão se beneficiar mesmo antes de sua publicação. "Com o PPB, o fabricante faz o pleito a SEPIN/MCT para isenção de IPI (por volta de 15%), devido a Lei de Informatica. Mas mesmo antes da publicação, 12 fabricantes já solicitaram a Sepin a isenção e se comprometem a seguir o PPB que sera publicado nas proximas semanas", diz e reforça: "Como disse, não haverá atraso para os fabricantes que já entraram com seus pleitos no MCT".

Ao apresenatrem o pleito à Secretaria de Política de Informática (Sepin/MCT), as empresas interessadas em produzir o tablet no País informaram os percentuais de cada componente e as partes que serão importados e os que serão nacionais, comprados aqui ou produzidos pela própria empresa. O PPB em gestação no governo leva essas informações em conta. Ele estabelecará o grau de nacionalização do tablet ao longo dos anos, ou seja, qual o percentual de cada componente do tablet poderá ser importado e qual percentual deverá ser produzido no Brasil. A cada ano, o governo pretende aumentar os percentuais de componentes produzidos no país.


"Isso varia para cada componente. Por exemplo, as placas de circuito impresso montadas com componentes elétricos ou eletrônicos que implementam a função de processamento central (placa-mãe) devem ter um índice de nacionalização a partir de 2011. Em 2012 será de 80% e no ano seguinte 95%", explicou o secretário.

Ainda segundo Virgílio Almeira, a redução do PIS-Cofins e do IPI levará a uma redução de no mínimo 40% para o preço da loja para o tablet importado,. Mais reduções podem ser obtidas com a isenção/redução de ICMS, que é dado pelos estados e que, a média, é algo em torno de 12%.



(*) Com informações do Ministério de Ciência e Tecnologia.
FONTE: www.idgnow.uol.com.br

domingo, 22 de maio de 2011

Crackers brasileiros criam vírus 'banker' para versão 64-bit do Windows 7

Segundo empresa de segurança, é o primeiro malware que rouba dados bancários capaz de infectar a plataforma, considerada mais segura que a de 32-bit.

A empresa de segurança online Kaspersky Labs diz ter encontrado o primeiro vírus que rouba informações bancárias (rootkit banker) capaz de infectar sistemas Windows 64-bit, que possui recursos de segurança aprimorados.

Segundo o analista sênior da malware da empresa, Fabio Assolini, o malware, criado por crackers brasileiros, foi achado em um aplicativo Java dentro de um "popular site" nacional – ele não revela qual.

O vírus foi desenhado de forma a contaminar o sistema de usuários rodando versões antigas do JRE (Java Runtime Environment), e também contamina versões Windows 32-bit, as mais comuns.

O ataque é do tipo "drive-by download" – a infecção é automática e o usuário nem percebe caso possua um sistema vulnerável. Alguns antivírus podem ser ludibriados pelo malware.

Assolini explica que o arquivo malicioso (add.reg) desabilita o sistema de controle de usuários do Windows (UAC - User Access Control) e adiciona certificados de segurança falsificados.

Com isso, ao digitar www.banco.com.br, o usuário é redirecionado para um site que copia o verdadeiro. Para piorar tudo, a técnica permite que esse site malicioso exiba até o cadeado de conexão segura HTTPS, parecendo ainda mais com o real. "Esse esquema de registrar um certificado falso no sistema do usuário tem sido usado por cibercriminosos brasileiros desde o ano passado", diz o expert.

O malware também altera as configurações do Windows 64-bit de forma a permitir a instalação de drivers não assinados pela Microsoft. A exigência dessa assinatura é um dos principais recursos de segurança dessa versão. Depois, o vírus faz o redirecionamento para o site falso e remove arquivos de plugins de segurança usados por bancos.


Fonte:www.idgnow.uol.com.br

Restaurar IPhone sem bagunçar as pastas.

Se você teve que restaurar alguma vez seu dispositivo iOS a partir de um backup do iTunes – caso, por exemplo, tenha feito um upgrade e adquirido um novo, ou se ele acabou de voltar do conserto – há uma boa chance de enfrentar um dos bugs mais chatos do sistema do iOS 4 e do player da Apple: a organização da tela inicial, feita com tanta paciência, desaparece.

A maioria dos aplicativos terceirizados não fica mais onde o usuário havia colocado, enquanto que poucas pastas continuam a existir, e, mesmos nas sobreviventes, o conteúdo original é alterado.

Esse bug pode ser causado porque, toda vez que o usuário restaura o iPhone, iPod touch ou iPad através do iTunes, o player limpa todo o dispositivo, instala uma nova cópia do software iOS e, por fim, restaura os conteúdos de mídia e as configurações a partir do backup.

Entretanto, o iTunes oferece dois tipos de recuperação. A primeira, descrita acima, é acessada ao clicar no botão Restaurar no ícone do dispositivo, a partir da tela inicial do iTunes.



O primeiro tipo de restauração faz um serviço de limpeza completo no aparelho

A outra é menos óbvia, e é alcançada ao clicar com o botão direito (ou Command+clique) no ícone do iPhone, localizado na barra lateral do player) e escolhendo a opção Restaurar do Backup. Assim que cado a janela de diálogo aparecer, o programa irá restaurar somente os dados e configurações, e não o firmware do dispositivo.

O que o aviso não diz é que os aplicativos terceirizados também permanecem no iPhone. O truque, então, é fazer o primeiro tipo restauração, permitindo que o programa sincronize os aplicativos e, após isso, executar a outra restauração, que não atualiza o firmware, para que o iTunes cuide da organização dos Apps.

Para fazer isso, siga os passos abaixo:

1. Conecte seu dispositivo (iPhone, iPad ou iPod touch) ao computador, selecione-o na barra lateral e clique em Restaurar, localizado na página principal do iTunes (caso seja um aparelho novo, pule para a próxima instrução).

2. Quando for solicitado pela janela de Restaurar do Backup (que, a menos que seja um dispositivo novo, pode demorar da 10 a 15 minutos), escolha o backup mais recente e clique em Restaurar.

3. Aguarde até o processo terminar e deixe o aparelho começar a sincronização. Caso o usuário clique na aba de Aplicativos no iTunes enquanto a sincronização acontece, há grandes chances de ver todos os apps sendo jogados por diversas telas, saindo da formação original.

4. Uma vez que o iTunes tenha terminado a sincronização dos apps, você pode clicar no pequeno “X” no display LCD do player para que ele interrompa o processo e não sincronize músicas, filmes, e outros conteúdos. Desde que os aplicativos tenham sido sincronizados, esse processo pode continuar depois – e os outros conteúdos podem ser adicionados mais tarde.

5. Dê um Command+clique (ou clique com o botão direito) no ícone do aparelho, localizado na barra lateral do programa e escolha Restaurar do Backup.



O segundo tipo de restauração faz o mesmo que a primeira, mas sem atualizar o firmware do dispositivo


6. Na janela de diálogo, escolha o mesmo backup selecionado no passo 2; clique em Restaurar.

7. Espere até o processo terminar; caso tenha interrompido a sincronização anterior depois que os apps foram copiados, o iTunes irá reconhecer primeiro os aplicativos e, ao final, irá sincronizar os arquivos de mídia.

Depois disso, a tela do dispositivo estará da mesma forma como foi deixada no último backup. Se o usuário fez alguma alteração na tela inicial desde a última restauração, é preciso repetir essas ações, já que o iPhone, iPod touch ou iPad é restaurado exatamente de acordo com o último backup.

Vale lembrar, então, que o backup do dispositivo deve ser feito com frequência. Claro que essa dupla restauração pode ser chata, contudo, até a Apple corrigir o bug, é a única saída para não se perder entre os aplicativos, ou ter que passar um bom tempo organizando tudo novamente.

Fonte: www.idgnow.uol.com.br