quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Flash player no Ubuntu 11.10
terça-feira, 12 de julho de 2011
Usuário descobre falha grave nas video-chamadas do Facebook
Fonte: http://www.techtudo.com.br/
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Pic3D é uma película que oferece imagens 3D ao iPhone por US$ 25
Pic3D para iPhone (Foto: Divulgação)
O Pic3D é uma película que promete oferecer, quase como se fosse uma obra de um mágico, imagens em 3D ao seu iPhone, e dispensando o uso dos óculos, o que é uma ótima pedida para os usuários (e um dos desafios dos fabricantes que se aventuram em desenvolver produtos com propriedades tridimensionais).
O produto foi apresentado durante a feira 3D Virtual Reality Expo, em Tóquio, Japão, e realmente surpreende pela simplicidade da proposta. A película funciona com um software pré-instalado no smartphone, e oferece a possibilidade do usuário visualizar conteúdos em três dimensões armazenados no YouTube. Muitos podem dizer que essa não é a solução mais “elegante” para quem quer ver vídeos tridimensionais no iPhone, mais o que importa é que o produto funciona como promete.
A película pode ser utilizada em gadgets pequenos, como o iPhone e o iPod touch, como os produtos com telas de tamanho médio, como o iPad. Mas, segundo o fabricante, o Pic3D pode ser utilizado até em monitores de 23 polegadas, para que você possa ter os mesmos benefícios em desktops e notebooks.
O Pic3D está disponível no Japão, com preços que variam entre US$ 25 (versão para iPhone) e US$ 186 (versão para monitores de 23 polegadas). Abaixo, você tem um vídeo demonstrativo do produto.
domingo, 3 de julho de 2011
Terminal, O filme, em aeroporto no Brasil
Aeroporto de Guarulhos, desembarque internacional. Assim que saiu pelo portão e ganhou a rua, Robert Wladyslaw Parzelski, 44, em vez de pegar um táxi, como todo mundo, sentou-se em um banco frio de cimento. Foi lá que, protegido apenas por um cobertor fino, e tendo ao lado a mala de viagem, passou 15 dias _sozinho, sem ter para onde ir, como falar, com quem falar, sem poder voltar.
Cidadão polonês, Parzelski chegou ao Brasil no dia 17 de junho, voo 247 da British Airways. Veio de Londres. Monoglota na língua eslava, não conseguia se comunicar com ninguém no Brasil, a não ser por mímica.A quem lhe dirigia a palavra, acendia os olhos azulíssimos e balbuciava: "I'm Poland" _algo como "Sou Polônia", em inglês.
"VAI QUE FICA"
O estrangeiro contou com a solidariedade do grupo de faxineiros do terminal aéreo. Conversando com Parzelski em português mesmo "Para ele ir se acostumando; vai que fica por aqui", Sandra Sueli, Edvaldo dos Santos Sousa e Francisca Rodrigues de Sousa levavam-lhe restos de comida (no almoço de quinta foi carne de panela), água, iogurte e cigarros.
No Posto de Atendimento Humanizado aos Migrantes, dentro do aeroporto, já chegara a notícia de que havia "um alemão" perdido por ali. Mas ninguém foi procurar. "Nossa atribuição é dar assistência a brasileiros e brasileiras inadmitidos ou deportados de outros países", explicou a coordenadora.
Na Delegacia da Polícia Civil, o escrivão afirmou que não podia fazer nada: "Não há denúncia contra ele." No Consulado da Polônia em São Paulo, um assessor disse "desconhecer o problema".
Na Infraero, que administra o aeroporto, ignorava-se a existência de Parzelski, apesar de seu aspecto miserável, a barba crescendo e ele dormindo ao relento nas noites frias deste início de inverno (na terça-feira, 28, aliás, os termômetros de Guarulhos registraram 3ºC às 6h).
Os funcionários da limpeza, porém, sem saber uma palavra de polonês, juntaram um monte de informações sobre o estrangeiro. Por exemplo, de como ele domesticava o frio. Duas garrafas vazias de vodca (uma custou R$ 36 e a outra, R$ 54) foram encontradas, escondidas, no canteiro atrás do banco de Parzelski. Outro canteiro, diga-se, fazia as vezes de WC. Banho não houve nenhum nos 15 dias de aeroporto. Nem troca de roupas.
Felix Lima/Folhapress
A Folha pediu ao médico polonês Witold Broda, 70, há 47 anos no Brasil, que ajudasse a resolver o mistério do viajante perdido --até aí, só se sabia que o nome do homem era Robert (a turma da faxina já apurara também essa informação).
Foi às 21h de quinta (30) que Broda chegou ao aeroporto. Encontrou seu conterrâneo dormindo, mas engatou mesmo assim uma prosa em polonês. O homem acordou e até se iluminou num leve sorriso. Era a primeira vez, desde que saíra da Europa, que conversaria com alguém.
A Broda, ele mostrou o passaporte, cuidadosamente guardado em uma carteira de couro no bolso de trás da calça. Na foto do documento confeccionado há 5 anos, ele aparece com bigodão à la Stálin, os cabelos bem pretos, colarinho de camisa social --parece outra pessoa.
Está lá o carimbo da imigração brasileira, que deixou Parzelski entrar mesmo sem ter a passagem de volta, requisito básico para a admissão de turista em quase todos os países.
Parzelski contou que era eletricista de automóveis em Cracóvia, na Polônia. Casado e pai de cinco filhos, foi para a Grã-Bretanha, arriscar um emprego na construção civil. Vivia apenas entre poloneses como ele. Mas, colhido pela crise econômica européia, caiu no desemprego.
À ESPERA
Foi quando um conterrâneo propôs a viagem ao Brasil. Parzelski disse que recebeu a passagem só de ida e a recomendação: que esperasse dois dias no aeroporto. O amigo viria encontrá-lo.
O plano era dar um passeio por São Paulo e voltar a Londres. Parzelski só teria de levar para a Europa dois aparelhos de telefone. "De telefone?", indagou o médico-tradutor. "Para quê?"Não obteve resposta.
Jorge Araujo/Folhapress
O amigo não apareceu e Parzelski, sozinho, ficou à deriva. Na sexta-feira à tarde, o consulado enviou um táxi para resgatar o náufrago do aeroporto.
Na despedida, com a ajuda do Google Translator, a reportagem escreveu uma mensagem a Parzelski: "Jestesmy tu aby pomóc" ("Estamos aqui para ajudar"). Parzelski bateu no coração, juntou as mãos, como se rezasse, e foi-se com o taxista. Levaram-no para o consulado, em Perdizes (zona oeste de São Paulo).
Na representação polonesa, um assessor disse que amanhã o cônsul informará quais providências adotará no caso.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/multimidia/videocasts/937939-polones-fica-15-dias-morando-em-aeroporto-de-sp-veja-video.shtml
sexta-feira, 24 de junho de 2011
Hackers derrubam sites do governo e divulgam dados de políticos.
Surgiu na imprensa uma nova doença: a patologia anti-hacker. Os ataques direcionados a sites e sistemas de banco de dados do governo federal levou a uma epidemia no noticiário nacional a respeito dos grupos de hackers. Muitas das notícias que foram produzidas não passam de erros brutais de informação. Na prática, tudo o que se sabe é que um ataque de requisição tirou do ar alguns sites do governo federal, como o site da presidência e o do IBGE.
A outra hipótese é a de que, junto com isso, servidores de bancos de dados tivessem sido violados. O governo negou de pronto, e os organizadores do movimento – o LuIzSec Brazil, braço local da organização internacional LuIzSec – reagiu divulgando dados pessoais de políticos como a presidente Dilma Rousseff, o prefeito de São Paulo Gilberto Kassab e o do Rio Eduardo Paes.
Alguns dos dados divulgados eram de domínio público; constavam, por exemplo, do registro de candidaturas junto a Justiça Eleitoral. Não houve confirmação da validade dos outros dados, e é muito difícil precisar como foram conseguidos. Mas apenas essas divulgações foram o suficiente para gerar um clima de instabilidade quanto à segurança dos registros de cidadãos comuns.
Como se não bastasse, o perfil do presidente da Câmara, Marco Maia, foi invadido. O mal intencionado invasor publicou uma foto sensual no micro-blog que foi apagada algum tempo depois pela assessoria de imprensa do deputado. No lugar, foi postada uma nota avisando sobre a invasão da conta, cuja senha era de conhecimento de mais duas assessoras com exceção de Maia.
Parece que tudo é muito grave, mas não é! O governo brasileiro sofre dezenas de ataques todos os anos e informações pessoais são roubadas de empresas a todo o momento (mais grave é a quebra de sigilo realizada por gente dentro do alto escalão). O que não quer dizer que o Gabinete de Segurança Institucional não deva depreender algum esforço na tentativa de melhor garantir os dados que lhes passados pelos contribuintes.
É só que, da próxima vez que você for ler uma manchete sobre o assunto (como neste blog), lembre que ele não está em destaque por causa de sua importância crucial a nação, mas porque é feriado e, nesses dias, falta pauta que o substitua.
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Hackers invadem Senado dos EUA e empresa de games
O grupo de hackers Lulzsec, que já atacou a Sony e oFBI, entre outros, continua a atormentar os responsáveis pela segurança virtual das empresas e instituições. Nesta segunda (13/6), eles publicaram dados obtidos de servidores que pertencem ao senado norte-americano e à empresa de games Bethesda.
Segundo a porta-voz do senado dos EUA, Martina Bradford, os crackers (os hackers “do mal”) invadiram a conta de um senador (que não teve seu nome divulgado) e então executaram comandos no servidor da instituição. Mas, como os senadores têm acesso limitado à rede, o Lulzsec não parece ter conseguido muitas informações, afirma Martina.
"Os invasores só conseguiram ler arquivos e tiveram acesso à estrutura de diretórios dos documentos localizados no endereço senate.gov”, afirma. Os especialistas da instituição teriam identificado o ataque no final de semana e imediatamente corrigido a vulnerabilidade que foi explorada.
Quanto à Bethesda, que oferece o RPG Elder Scrolls, o ataque parece ser ainda mais grave. Segundo o grupo, que divulgou algumas das informações obtidas, toda a base de senhas de jogadores foi capturada. Ou seja, eles teriam nomes e senhas de 200 mil usuários. A empresa ainda não se manifestou sobre o caso.
A onda recente de ataques na Internet inclui vítimas como o FMI (Fundo Monetário Internacional), Acer eCitigroup, além da rede do PlayStation, da Sony, ação que atingiu milhões de usuários.
Fonte: www.idgnow.com.br
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Novo IOS 5 da APLLE
A Apple demonstrou hoje na WWDC as novidades que pretende lançar na próxima versão do sistema operacional móvel iOS. Usado em diversos modelos de dispositivos móveis e na Apple TV também, o sistema ganhou mais de 200 novas funcionalidades. Algumas são específicas para os menores iPod e iPhone e outras apenas para o tablet da empresa. Mas apenas dez foram destacadas no evento. Veja as mais importantes delas logo abaixo.
Twitter e iMessages deixam iOS mais social
No iOS 5 o Twitter passou a ser diretamente integrado no sistema. Usuários vão poder mandar tweets direto do Safari, do Maps, do aplicativo de fotos e até mesmo do YouTube por meio do painel de ações. Não sei que tipo de acordo a Apple fez com a rede social, mas ao que parece, você poderá ter a escolha de qual aplicativo do Twitter usará no sistema. Isso vai depender, claro, que eles se adequem à nova versão.
Também foi apresentado um sistema de bate-papo específico para quem tem iOS, chamado iMessages. Ele permite envio de texto, contatos e mídia sem limites, tanto pela rede 3G quanto por WiFi. Na lista de pessoas que não estão muito felizes com essa integração está o desenvolvedor do WhatsApp, aplicativo que tem a mesma função só que apenas funciona com números de celular. Logo depois dele estão as operadoras, que poderão ver o lucro dos planos de mensagens de texto caindo vertiginosamente assim que essa atualização for liberada.
Mais fácil: notificações e câmera
As suspeitas de que um novo sistema de notificações seria apresentado começaram quando um desenvolvedor de um aplicativo de notificações para iOS foi contratado pela Apple. E foram confirmadas quando a empresa apresentou o novo sistema acima. Ele imita bastante o Android, acumulando notificações de diferentes aplicativos e permitindo o rápido acesso à elas a partir da barra superior.
A câmera também ganhou um atalho na tela de bloqueio. Basta apertar duas vezes o botão home que o atalho aparece. É uma modificação que vai deixar feliz aqueles que já perderam a chance de tirar uma foto porque tinham que desbloquear seu dispositivo e abrir o aplicativo de câmera.
Sem PC? Sem problema.
Com o iOS 5.0 a Apple finalmente implementou algo que muitos usuários de algum iOS queriam: você vai poder comprar um iDevice qualquer e não vai precisar conectá-lo num PC ou Mac para ativá-lo no iTunes. Com o novo sistema, será possível tirá-lo da caixa e começar a usá-lo imediatamente, desde que tenha energia na bateria. Provavelmente ainda vai ser necessário abrir uma conta na Apple direto do dispositivo, mas isso não deve ser tão complicado quanto soa ser.
Outra parte dessa filosofia de abandonar as cordas são as chamadas atualizações delta. Com o iOS 5.0, a Apple vai passar a enviar atualizações do sistema direto para o dispositivo, sem a necessidade de plugar no iTunes para atualizar.
A terceira e, a meu ver mais importante, é a sincronização via WiFi. Dispositivos com o iOS 5.0 vão poder sincronizar músicas, vídeos e todas as informações de um iTunes direto da rede sem-fio. Essa funcionalidade entra para a lista de coisas que surgiram em aplicativos da loja Cydia, específica para jailbreakers, e foram implementadas pela Apple.
E quando chega?
Essa é a notícia ruim. Apesar de ter demonstrado tudo isso hoje, Steve Jobs desapontou um pouco os usuários de dispositivos da Apple ao dizer que o iOS 5.0 deve chegar até setembro. Por enquanto apenas programadores do iOS poderão testá-la: a versão iOS 5.0 beta já está disponível para download no centro de desenvolvedores da Apple.



